29.9.07

As coisas que mais detesto #2


Então aqui fica a reflexão daquilo que realmente não suporto nos outros:

Detesto gente cobarde
Detesto hipocrisia
Detesto desonestidade
Detesto que roam as unhas à minha frente
Detesto ouvir e ler pontapés na gramática e na lingua portuguesa em geral... e quanto mais básico o erro mais raiva me mete.
Detesto aquele tipo de pessoas com uma auto-estima acima da média (não tenho paciência para "manientos" e convencidos), mas também detesto pessoas que se auto-vitimizam e desvalorizam!
Detesto elistismo e pedantismo!

28.9.07

Una musica brutal... para um dia brutal!

É precisamente aquilo que estou a precisar de ouvir enquanto tomo banho e relaxo, para amanhã ir fazer manhã e tarde outra vez! As reflexões prometidas ficam para o fim-de-semana!... Ou não!

27.9.07

As coisas que mais detesto #1

Aproveitando a inspiração da minha amiga pornosopher decidi começar um ciclo de reflexões sobre aquilo que realmente detesto. Hoje decidi reflectir sobre aquilo que realmente detesto em mim, e estas foram as conclusões:

Detesto a minha tendência para ter falta de pontualidade, porque detesto que esperem por mim.

Detesto a facilidade com que esqueço (e com que perdoo) quem age mal comigo, e a dificuldade que tenho em esquecer e partir para outra, nalgumas situações!
Detesto estar parada.
Detesto acordar cedo.
Detesto a forma como sou transparente quando não estou bem, porque detesto que me andem o dia todo a perguntar "o que é que tens?", quando 99% das vezes eu simplesmente não me apetece falar... e quando as pessoas não percebem isto, detesto quando acabo por agir de forma incorrecta ou magoá-las!
Detesto cozinhar por obrigação (porque de facto adoro cozinhar).
Detesto perder tempo excessivo com futilidades...
Detesto quando um livro se acaba por revelar desinteressante e/ ou muito mal escrito, porque tenho por princípio acabar sempre os livros que começo... estão a ver a frustração não é?

E detesto a voz e os maneirismos desta senhora, e a futilidade e vazio intelectual que emanam os vídeoclips das suas músicas. (não vou referir o nome por razões que ficaram explícitas nos posts anteriores



Amanhã não percam, as coisas que me detesto nos outros...

25.9.07

Ridicularizada...


... a propósito do meu post anterior, em Director's Cut!

24.9.07

É altura de repensar o meu blog quando...

... os cibernautas vêem cá dar porque fazem pesquisa no motor de busca por:

"homens"
"convites para cafés"
"ferias lagos porno"
e pior dos piores...

"MARIAH OUVIR"!!

Mariah Carey?? Não podia descer mais baixo... E o Michael que me perdoe, mas a partir de hoje, Mariah Carey é nome proíbido neste blog!

(Extreme Tracking - ver link da barra lateral)

Saudade!

A inevitável lágrima...

Pois é... além de quase um dia inteiro de "comes e bebes" e "ramboia", os casórios têem destas coisas: emocionam-nos!
E quando se trata de um casamento de um amigo com quem se partilhou tantas lutas estudantis e tanta borga, é inevitável... as memórias, os risos, as histórias intensificam aquele sentimento de saudade com que aprendemos a viver!
E é exactamente porque sentimos que é genuíno o prazer e a alegria que a nossa presença deu ao anfitreão, que lhe perdoamos o nome que atribuiu à nossa mesa - o tema era O Minho e o Alentejo, e os nomes das mesas giravam em torno de nomes de pratos tradicionais! Ao grupo dos "anti-corpos" (nome que utilizamos para designar este grupo de ex-dirigentes estudantis cujas lutas académicas fomentaram uma amizade para a vida, mas cuja história é muito longa para ser aqui contada) coube a mesa dos "Túbaros (testículos de porco) de fricassé".
Reencontrá-los fez-me mais uma vez ir remexer no baú das recordações. Aqui deixo algumas relíquias.













21.9.07

E este Sábado é dia de...


Casamento do meu amigo Mário! E assim sendo, lá vou a caminho de Santo Tirso para testemunhar o nó de mais um "anti-corpo"! Até domingo!

17.9.07

Férias: Semana # 4 - CONTINUAR "ZEN" (ITALIANICES, TOURADAS E AFINS...)

Eis que chega a última semana de férias, passada inteiramente por cá! Destaco os passeios de bicicleta que fiz até à Fonte da Telha, a tarde passada na praia com o Michael, o Manuel e o seu grupo de amigos, e três amigos italianos! Jogar UNO com um grupo em que uns falam italiano, outro português, outros inglês, outros italianês outros portaliano é tão hilariante, que lavei a alma de tanto rir!
Duas touradas na Moita (uma com direito a jantarada e "molha" porque chovia como Deus mandava!), e mais uns cafés que devia a uns amigos (os tais reencontros...) completaram a minha última semana de férias!
E amanhã já é dia de trabalho! Não sei quanto tempo me irá durar esta disposição, mas até estou com vontade!
Apesar disso, lembrei-me de ouvir isto...

Férias: Semana #3 - AMIGOS, REENCONTROS, PRAIA E... UM SPA ANTI-STRESS

Tal como o título sugere, a minha terceira semana foi feita essencialmente do convívio com os amigos: na praia, a beber um copo à noite, a comer uma ceia fora de horas na minha casa, em jantaradas... Houve uns reencontros porreiros pelo meio! E sempre na linha da vida de dondoca, com direito a ginásio todos os dias de manhã!
A cereja em cima do bolo foi definitivamente o spa anti-stress! Foram três dias que passei sozinha nas termas de Alcafache. Valeu por tudo! O facto de ir sozinha foi sem dúvida determinante! Deu para pensar, deu para me ouvir (curioso como parece que pensamos mais alto quando estamos sós!), deu para descansar, deu para ler vorazmente o livro que levei... Foi tão zen que nem a velhota que se sentou ao meu lado no comboio na ida, e que insistiu em contar-me a vida toda dela nas quatro horas de viagem, me conseguiu conspurcar a aura!
E o SPA ANTI-STRESS em mim resultou pela ironia da fórmula: passo o ano inteiro a cuidar de pessoas (doentes) oito (ou mais) horas por dia; foi uma sensação espetacular ter não sei quantas pessoas a tratarem de mim durante umas 4 ou cinco horas!
O sítio, uma pequeníssima aldeia perto de Viseu, situada num pequeno vale por onde passa o Rio Dão, convidou ao descanso e ao reencontro comigo mesma.





10.9.07

Clássico Brasileiro



Elis Regina
"Romaria"

9.9.07

Férias: Semana #2 - LAGOS


Aqui estou eu, prestes a entrar na quarta e última semana de férias! (Dispenso os comentários proferidos com o intuito de me chamar nomes!)


Estou a entrar naquela curva ascendente que me obriga a olhar para trás e reviver os melhores momentos, enquanto me vou preparando psicologicamente para recomeçar o trabalho no dia 17!



Se a primeira semana foi o aquecimento, Lagos foi a explosão! Quem me conhece sabe o quanto Lagos significa para mim de há oito anos a esta data.



Nos primeiros anos foi local de trabalho de Verão. Lembro particularmente o primeiro ano: a experiência de trabalho durante dois meses (na cafetaria do Parque de Campismo da Messe Militar) marcou-me para a vida pela aprendizagem da importância de trabalhar em equipa e do significado de alegria no trabalho ( o nosso chefe referia-se à nossa equipa como a "flash team"), pelas borgas intermináveis e pelos amigos para a vida que aí fiz.



Nos primeiros anos (teria aí uns 16 ou 17 anos), Lagos era sobretudo isso durante os dois meses das férias de Verão. Quando as obrigações do curso, e mais tarde do trabalho, me impossibilitaram de ter o meu "Summer job", Lagos tornou-se destino obrigatório das minhas férias na segunda quinzena de Agosto, por ocasião do Banho 29 (já lá chego!).






É sobretudo uma sensação feliz de "regressar" aquela que me invade quando entro em Lagos todos os anos, seja por quatro seja por quinze dias!






É difícil explicar... porque Lagos para mim é tomar o pequeno almoço a ver aquela vista deslumbrante sobre a baía, na cafetaria do Parque de Campismo; Lagos é o David, a Mafalda (dois resistentes da "flash team"), o Filipe, a Carla, a Rita (uma ausência sentida), este ano foi também a Sandrinha, o Pereira, o Lavrador...; os risos, as histórias contadas e recontadas e sempre hilariantes; é rever o meu antigo chefe Xana, a Patrícia e a malta militar com quem trabalhei; são as praias e as noites ventosas (estou a falar do vento no sentido literal!); são os jantares bem regados e com as melhores companhias; são as noites errantes pela Condelipa, pelo Bom Vivant, pelo Gran Cafe e por todas aquelas "capelinhas"; são as longas conversas; é ver o nascer do sol sobre aquela baía, dois dias seguidos e ganhar uma aposta ao David; é as noitadas de jogos na Taberna de Lagos; é o banho 29...
Para quem não conhece, é uma tradição de Lagos que consiste tão somente em ir ao banho na praia, no dia 29 de Agosto à meia-noite! Tão somente... fora toda a carga emotiva de que se reveste o momento para nós: a sensação de esperança e energia renovadas após cada mergulho; as tristezas que se afogam pelos que já fizeram parte daquele momento e já não estão... toda aquela catarse de sentimentos na altura, tem o seu eco no fogo de artifício que cai sobre o mar... e que fazemos questão de ver dentro de água!



Talvez por tudo isto, apesar das noites mal dormidas que o corpo já não vai perdoando, Lagos continua a ser uma espécie de Meca de mim mesma; um local onde passado, presente e futuro se confrontam e adquirem contornos mais nítidos!

23.8.07

Férias: Semana # 1 - Vida de dondoca!!

De férias... Bem, ainda não! Oficialmente só começo de férias na proxima terça-feira dia 28. Mas esta semana já me encontro a gozar folgas e descansos por trocas de turno! Portanto, estou numa espécie de aquecimento! Até dia 27 estou literalmente a disfrutar de uma vida de dondoca: ginásio de manhã, praia à tarde, um copo em boa companhia à noite... tem sido assim, todos os dias desde o principio da semana!



No dia 27 parto rumo a Lagos! A actualização do blog será inevitavelmente escassa! A menos que aconteça uma das seguintes situações:



  1. Que chova de tal maneira, que as cheias não me permitam sair de casa... confinando-me a este modo de ligação com o mundo!

  2. Que conheça o meu príncepe encantado e que fique noiva por um destes dias!

  3. Que os porcos ganhem asas e comecem a voar, facto digno de ser registado e comentado num blog tão interessante como o Dinamitando!

Perante estas três hipotéticas situações, a que tem maior probabilidade de acontecer é, à luz dos fenómenos metereológicos a que temos assistido este Verão, seguramente a primeira.

Analisando ainda estas situações, em termos da sua probabilidade de acontecerem, diria que a segunda é ainda menos provável que a terceira, pelo que a minha ausência será seguramente longa... bem com uma probabilidade de ausência prolongada a rondar os 100%, para ser mais precisa!

Até qualquer dia!



15.8.07

Em contagem decrescente...

...para entrar de ferias! Só me faltam três turnos!

9.8.07

O Roque e a Amiga!

Descobri o prazer de ler, tanto quanto me lembro, quase ao mesmo tempo que aprendi a ler...


À medida que fui crescendo fui lendo de tudo, a um ritmo a certo altura quase devorador. A certa altura também, o ritmo com que os meus pais me compravam os livros que eu queria na altura ("Os cinco", "Os Sete", Uma Aventura, Triângulo jota, etc...) era menor que o ritmo com que eu os lia.


Assim, qual ressacada, comecei a percorrer a casa e o sotão dos meus avós, descobrindo os livros que haviam feito a delicia literária dos meus pais quando estes tinham a minha idade. Foi desta forma que li alguns clássicos das colecções "Biblioteca para rapazes", "Biblioteca para raparigas", as revistas e publicações "Pão com manteiga", entre outros.



No contexto de uma destas incursões, descobri, talvez já pelos meus quinze anos, um livro intitulado "O Roque e a Amiga".

Embora buscasse na altura os livros de aventura, os romances, os policiais, não consegui deixar de ler, do princípio ao fim, este livro de rábulas irónicas e de um sentido de humor completamente non sense, a roçar, como diria o Michael (um dos meus "Roques" mais queridos!) a "porno-chachada" folhetinesca. E uma das coisas mais curiosas e engraçadas do livro era a desadequação das ilustrações com as rábulas. O Roque e a Amiga eram um casal "moderno" dos anos 70-80 e as ilustrações eram imagens tipo anos 20-30, a preto e branco: as mulheres apareciam com uma languidez pudica em que dificilmente imaginávamos uma "Amiga" tipicamente "eighty's"; e os homens, com um ar aprumadinho, de fato e brilhantina, não ilustravam em nada a imagem que as rábulas nos levavam a formar de Roque. E o humor conseguido desta forma, é talvez o ponto mais forte de genialidade deste livro.


Engraçado também é que, nas várias fases da minha vida, fui sendo sempre a Amiga de alguns Roques, e o Roque de algumas Amigas. E ainda hoje, quando alguém se apropria da expressão "O Roque e a Amiga" para se referirem a algumas das minhas relações, não consigo deixar de me rir com gosto, e questionar-me quantos deles efectivamente terão lido o dito.


Aqui deixo dois excertos:

"A amiga pulou da cama, fresca, matinal, ainda cheia de orvalho e espreguiçou-se longamente em frente ao espelho.Deu o primeiro sorriso do dia a Roque, que a espreitava pelo canto do olho enquanto acendia a beata que apagara cuidadosamente na noite anterior.


A amiga voltou a olhar o espelho, sempre sorrindo e prendeu o cabelo com dois ganchos. Depois, saltou para a balança e o sorriso apagou-se.

- Que foi? – Perguntou Roque.

- Dois quilos a mais… – esclareceu a amiga.

Roque deu uma pequena gargalhada.

- E você ri-se! – Enfureceu-se a amiga.

E encostando-se à cama perguntou:- Onde é que está a graça, roque?

- É que por este andar, ainda passo a ser conhecido pelo Roque da pesada…"

(...)

«Roque desmanchava uma cassete quando a amiga gritou da cozinha:

- Roque, você não gostava de passar um Carnaval no Rio?
Roque pegou na chave de parafusos e encolheu os ombros.

A amiga não desistiu. E vindo pôr-lhe um café à frente, voltou à carga:

- Tenho ouvido dizer que não há como um Carnaval no Rio...
Roque voltou a abrir a cassete e olhou a amiga, enquanto ela insistia:

- Vá diga lá, você não gostava?

Roque pôs a cassete de lado e bebeu o café.

Depois olhou bem a amiga e disse:

- Boa ideia. 'Bora lá.E saíram, para apanhar o cacilheiro.»

5.8.07

Estou a ouvir...

Um clássico!

30.7.07

Ciclo de debates Dinamitando #2


Pegando no mote do último post, o tema que proponho esta semana é o fenómeno da música nas relações.

Algumas questões:

Concordam com o "não se ama alguém que não ouve a mesma canção" do Rui Veloso?
De que o amor é cego há provas evidentes, mas será efectivamente surdo?

Opinem nos comentários!

29.7.07

O fenómeno da música!

Tenho um colega de trabalho, e grande amigo, cujo um dos principais passatempos é, como ele próprio diz, estragar-me a aura! Private jocke para o meu estado de espirito.

Neste momento estou, posso dizê-lo, como uma "aura" o quanto baste positiva e estável o suficiente para não ser facilmente arruinável. Estou, em linguagem comum, bem comigo própria!

Esta introdução é apenas para que os meus três fieis leitores não desatem para aí a fazer convites para café por pensarem que estou deprimida! É que aquilo que vou dizer a seguir pode ser mal interpretado!

Aqui estava eu, a pensar na minha vida, na tragi-comédia entediante em que se tem tornado, em termos amorosos, e a ouvir Ornatos Violeta! Apeteceu-me!

E se para alguns estas músicas que se seguem poderiam um efeito deprimente, para mim fizeram-me pensar no caricato e hilariante da situação.

Ora vejamos...

A primeira música:

Ouvi dizer

Ouvi dizer que o nosso amor acabou
Pois eu não tive a noção do seu fim
Pelo que eu já tentei
Eu não vou vê-lo em mim
(...)
Ouvi dizer que o mundo acaba amanhã
E eu tinha tantos planos pra depois
Fui eu quem virou as páginas
Na pressa de chegar até nós
(...)




A segunda música:

Capitão Romance

Não vou procurar quem espero
Se o que eu quero é navegar
Pelo tamanho das ondas
Conto não voltar
Parto rumo à primavera
Que em meu fundo se escondeu
Esqueço tudo do que eu sou capaz
Hoje o mar sou eu

Esperam-me ondas que persistem
Nunca param de bater
Esperam-me homens que desistem
Antes de morrer
Por querer mais do que a vida
Sou a sombra do que eu sou
E ao fim não toquei em nada
Do que em mim tocou

Eu vi
Mas não agarrei

Parto rumo à maravilha
Rumo à dor que houver pra vir
Se eu encontrar uma ilha
Paro pra sentir
E dar sentido à viagem
Pra sentir que eu sou capaz
Se o meu peito diz coragem
Volto a partir em paz

Eu vi
Mas não agarrei





Pois é... não vou procurar quem espero... se o que eu quero é navegar! E neste momento sou eu que vou ao leme!

26.7.07

Reencontros!

Sábado foi o casamento dos meus amigos Gama e Sónia! Além do prazer que é estar presente num dos momentos mais bonitos da vida dos nossos amigos, é uma oportunidade de reencontrar algumas pessoas! Não que seja grande a distância que nos separe... apenas a vida que levamos nem sempre nos permite estar com quem mais gostamos!



De entre essas pessoas, cabe-me agora citar o meu amigo Bruno. Foi tal a emoção dele no nosso reencontro, que me fez um pedido de casamento. Antes de me darem os parabéns, desenganem-se! Este meu amigo sofre do síndrome de casa-trabalho-casa! E está tão sufocado pela sua própria rotina e sentido de responsabilidade que às 21h30 de um dia de semana já é tarde para ver os amigos. Resultado: meses sem ver quem mora quase na porta ao lado. Claro que sair à rua, num bonito dia de sol e passar um dia inteiro na companhia de amigos teria que ter esse resultado desastroso de loucura monumentânea! :)



Para nossa infelicidade não fui em quem apanhou o bouquet da noiva, nem foi a ele lhe calhou a flôr da lapela do noivo! E como somos pessoas com o nosso quê de supersticiosos, lemos estes factos como um sinal de que os nossos planos desse dia nunca teriam futuro. E como tal, decidimos contentarmo-nos com as boas recordações que partilhamos, de que é exemplo esta foto tirada numa viagem a Madrid.





Bruninho, esta parvoíce toda é só para te dizer que gostei de te rever no Sábado, e tal como tu uma vez me disseste (ou escreveste) os amigos não se esquecem. Mesmo os mais doidos!

Farta!... OU a estreia de um palavrão neste blog!



De ver dedos pendurados, cabeças e pernas partidas, desgraças, misérias, histórias de miudas da minha idade com doenças que lhe tiram a esperança... F-O-*-*-SE!!! Pergunto-me porque é que, gostando tanto daquilo que faço, é nas alturas que estou mais cansada e sem energia, que se sucedem os casos que mais me deprimem... Pois é! Férias precisam-se!

Aqui ...




aqui...



E onde mais se verá!