
Ahhhh! Pedro, já devias saber que não me podes deixar neste estado de curiosidade...
Agora quase que quero que estes dias de folga passem rápido para falarmos sobre as tuas teorias de conspiração! Não é justo!... ;)


te deu-se às 00h40, ao quilómetro 58,4, perto do bairro de São João. A coluna militar era composta por duas viaturas pesadas Unimog que, segundo um comunicado da Marinha, transportavam um pelotão de fuzileiros de regresso à Base do Alfeite depois de terem concluído um exercício de tiro em Pinheiro da Cruz, Grândola. Ao ver o automóvel – que seguia em contramão no sentido Setúbal- -Alcácer numa recta com duas faixas de rodagem – o condutor do primeiro Unimog conseguiu evitar a colisão. 


Aproveitando a inspiração da minha amiga pornosopher decidi começar um ciclo de reflexões sobre aquilo que realmente detesto. Hoje decidi reflectir sobre aquilo que realmente detesto em mim, e estas foram as conclusões:
Detesto a minha tendência para ter falta de pontualidade, porque detesto que esperem por mim.
Detesto a facilidade com que esqueço (e com que perdoo) quem age mal comigo, e a dificuldade que tenho em esquecer e partir para outra, nalgumas situações!
Detesto estar parada.
Detesto acordar cedo.
Detesto a forma como sou transparente quando não estou bem, porque detesto que me andem o dia todo a perguntar "o que é que tens?", quando 99% das vezes eu simplesmente não me apetece falar... e quando as pessoas não percebem isto, detesto quando acabo por agir de forma incorrecta ou magoá-las!
Detesto cozinhar por obrigação (porque de facto adoro cozinhar).
Detesto perder tempo excessivo com futilidades...
Detesto quando um livro se acaba por revelar desinteressante e/ ou muito mal escrito, porque tenho por princípio acabar sempre os livros que começo... estão a ver a frustração não é?
E detesto a voz e os maneirismos desta senhora, e a futilidade e vazio intelectual que emanam os vídeoclips das suas músicas. (não vou referir o nome por razões que ficaram explícitas nos posts anteriores
Amanhã não percam, as coisas que me detesto nos outros...

ares bem regados e com as melhores companhias; são as noites errantes pela Condelipa, pelo Bom Vivant, pelo Gran Cafe e por todas aquelas "capelinhas"; são as longas conversas; é ver o nascer do sol sobre aquela baía, dois dias seguidos e ganhar uma aposta ao David; é as noitadas de jogos na Taberna de Lagos; é o banho 29...